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quinta-feira, 19 de março de 2015

Dicas de como estudar da maneira certa para concursos públicos

Você está estudando para concurso público, mas sente que não está rendendo o suficiente? Será que não esta na hora de fazer diferente? Se os resultados estão os mesmos, é sinal que alguma coisa esta errada e precisa ser mudada. O estudo para concurso exige determinação, foco e empenho, mas, também, é preciso avaliar o caminho e conhecer os erros, para que eles possam ser mudados.
Você refaz as provas de concurso? É preciso saber as questões que errou e porque errou, também. Assim, você vai sabendo em que precisa melhorar e intensificar os estudos. Tenha uma planilha de estudo com as provas que fez e qual a porcentagem de acerto em cada conteúdo. Assim, em cada prova, você pode ir acompanhando o seu desempenho.
Como você estuda? É capaz de se concentrar ao máximo e esquecer as coisas ao seu redor? A sua capacidade de aprendizagem esta ligada na sua concentração. Portanto ao estudar, encare o desafio de frente e não perca tempo com celular, redes sociais, ou outras coisas que servem para te distrair. Deixe para se divertir, somente, depois do estudo.
Crie uma rotina organizada com horário para responder mensagem, acessar redes sociais e até WhatsApp. Desta forma, você cria disciplina no cotidiano. Ao estudar, foque na sua atividade, resolva os exercícios e faça uma revisão do conteúdo. Além disso, cronometre o tempo do seu estudo, assim, no fim do dia você vai saber o seu rendimento de horas líquidas. Ao cronometrar, também, você percebe o quanto gasta tempo com pequenas coisas.
Portanto, mantenha o foco no seu objetivo, mas comece fazendo diferente: estude para merecer a vaga. Ou seja, dedique-se para o seu sonho e faça por merecê-lo. Lembre-se de que é preciso fazer diferente e todos os dias você tem a chance de recomeçar e mudar em que achar necessário.

Boa sorte e muito sucesso!

domingo, 25 de maio de 2014

HISTÓRIAS DE GUERREIROS: Da casinha na roça ao TST: doméstica aposta nos estudos e vira ministra


Até poder andar com confiança pelos corredores do Tribunal Superior do Trabalho, uma mulher reinventou um destino que já parecia traçado. “A gente espera que o pai e a mãe ofereçam recurso. Como eu entendi desde pequenininha que a situação era uma situação muito difícil eu assumi para mim a responsabilidade de oferecer uma vida melhor para eles”, conta.
Ela nasceu em Goiás, na Zona Rural do pequeno município de Pontalina. Filha de família numerosa. Nove irmãos, todos com nomes iniciados pela letra D. “Delaíde, Deíde, Devaídes, Delsonídes, Darcy, Devani, Denise, Davi e Débora”, enumera a irmã.
Foi batizada Delaíde. Cresceu no campo. A menina esperta era feliz, mas queria bem mais que a vidinha simples do interior.
“Meu objetivo era ser advogada e advogar grandes causas”, conta a ministra Delaíde.
E ela se lembra bem como surgiu essa ideia. Na cidadezinha natal havia poucas opções de lazer. E o tribunal do júri era a atração preferida do povo.
Ministra se preparou por 30 anos para ocupar cargo atual
Com muita luta, o sonho de menina foi se concretizando. Até chegar ao topo da carreira de advogada trabalhista. “Eu publiquei dois livros, Fui professora universitária. Eu me preparei durante esses 30 anos para ocupar esse espaço que eu ocupo hoje”, conta Delaíde.
Ministra do Tribunal Superior do Trabalho. São apenas cinco mulheres em um total de 26 ministros. Uma conquista e tanto.
“Foi nove de dezembro de 2010 e foi uma emoção muito grande. Na hora me passou um filme pela minha cabeça. De tudo o que eu já tinha vivido, da minha trajetória, dos meus pais que já estão de idade e ficam muito felizes”, lembra a ministra.
As dificuldades eram muitas. Ela apostou tudo na educação. A ministra nos leva até um velho amigo que conheceu na sala de aula.
José Nunes, professor aposentado: Era uma menina muito simples mas muito inteligente e muito boazinha.

Globo Repórter: Além de tudo bonita, né?

José Nunes: Bonita. E ela não é muito novinha não, viu? Ela já tem lá seus 60.
Ministra Delaíde: 61.
José Nunes: Ainda bonita, viu?
Globo Repórter: O senhor também não precisa entregar tudo.

Família tinha dificuldades para pagar os estudos
O professor conta que, como Delaíde, havia muitos alunos capazes de fazer uma bonita carreira. Mas fazer o ginásio - hoje parte do Ensino Fundamental - não era para todos. O curso só era dado na cidade e as famílias pobres não tinham como arcar com as despesas. O pai de Delaíde também não.
“Até choramos, porque não íamos mais estudar. Mas aí depois de uma negociação com o nosso pai, ele voltou atrás nós viemos, conseguimos ingressar no ginásio e prosseguimos”, conta Deíde Alves Miranda, irmão de Delaíde.
Delaíde teve que aprender a lidar com a discriminação
Desistir é um verbo que não existe no vocabulário dessa família. Com o apoio de Dona Maria, foi morar sozinha em Goiânia. Sem dinheiro, trabalhou como empregada doméstica. Primeiro em uma casa de família. Depois no pensionato onde morava. Afinal, era o que ela sabia fazer. “Arrumar a casa, lavar, passar, cozinhar”, conta Delaíde. Foi também recepcionista e secretária, até se formar em Direito. Nessa escalada aprendeu também a lidar com o preconceito.
“Eu observava que era discriminada naturalmente, não era nada assim tão assintoso. E da mesma forma eu pensava: vou precisar superar isso, né?”, conta a ministra Delaíde.
Uma vez por mês a ministra fecha o gabinete em Brasília e vem passar o fim de semana aqui em Pontalina. E aqui ela volta a ser apenas a filha mais velha do seu Waldivino e da Dona Maria.
Importância da persistência e do foco
“A persistência é muito importante. E importante também é o foco. Às vezes as pessoas me perguntam: mas com um história dessa você não deve ter tido Infância, você não deve ter brincado, não deve ter namorado... eu fiz tudo isso”, conta a ministra Delaíde.
“Eu não me consideraria uma pessoa de sucesso se eu não conseguisse conciliar a minha carreira profissional com a minha família”, completa a ministra.
“Eu tenho o objetivo de ser uma ministra cada dia mais dedicada e que eu possa colocar no judiciário o meu tijolinho, para que o judiciário se torne cada vez mais célere para atender ao desejo da sociedade de que é que o processo ande bem rápido”, finaliza Delaíde.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Três fatores que garantirão a sua aprovação nos concursos públicos!

Você é daqueles que estuda muito, mas não consegue obter o resultado desejado? Então, veja o que é necessário para maximizar sua nota. 
Existem muitas dicas para concursos, bizus e métodos de estudo. Aliás, cada candidato possui os seus. Mas de forma essencial, quais são os fatores que levam um candidato ser classificado nas primeiras colocações?
A meu ver, são três os fatores.
O primeiro é o FOCO. Parece fácil, mas uma das tarefas mais difíceis que o candidato encontra é conseguir identificar e manter-se focado em um determinado cargo público.
Se você quer prestar concurso para Analista do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo, por exemplo, crie um plano de estudo para este concurso. Durante sua preparação, verá outro concurso público aberto e ficará tentado a sair do seu foco e iniciar uma nova maratona para outro concurso público em andamento que, muitas das vezes, não possui matérias em comum com o concurso que você realmente deseja.
Se sair do seu foco, vai ter que estudar matérias que não possui afinidade, demorando a compreender determinados assuntos, perdendo tempo em não estudar para o concurso objeto do seu foco e, provavelmente, mais uma vez não conquistará a aprovação. Agindo desta forma, você não terá tempo de estudo suficiente para concorrer em igualdade com os demais candidatos e, quando sair o edital do TRT2, você também não estará devidamente preparado para alcançar as primeiras colocações, pois você apenas perdeu tempo estudando outras disciplinas.
Assim, recomendo que você identifique o concurso desejado e elabore um plano de preparação, com cursos preparatórios para concursos, on line ou presenciais, determinando as matérias a serem estudadas em cada dia da semana. Se você for prestar outros concursos públicos, faça apenas se forem na mesma área, que aproveitem a maioria das matérias, de preferência com a mesma banca do concurso desejado e com um objetivo bem definido: fazer estes outros concursos apenas como estratégia de estudo, desejando identificar as disciplinas que precisam de maior atenção.
O segundo fator é a DETERMINAÇÃO. Qual candidato que, durante sua preparação, não foi convidado a ir a uma balada, show ou jogo de futebol? Mas não são apenas as baladas, shows e jogos que tentam tirar o futuro servidor público da sua rotina de estudos. O candidato deve estar muito atento para não perder o precioso tempo com conversas através do celular, redes sociais e televisão. Use-os, mas apenas o necessário. Após sua nomeação você terá muito tempo (e dinheiro!) para se distrair com eles.
Saber dizer ‘não’ e continuar sua preparação, mesmo nos finais de semana, é atributo dos melhores candidatos, daqueles que alcançam as primeiras colocações.
Por fim, o terceiro fator é a PERSISTÊNCIA. Nenhum funcionário público vai afirmar que a conquista do cargo público se deu de forma fácil. Dificilmente ele foi conquistado na primeira tentativa. A maioria dos aprovados prestou inúmeros concursos públicos até encontrar um método de estudo melhor adequando a sua aprendizagem. Foram aprendendo com os erros e a cada concurso foram melhorando. E com você não será diferente. Se os resultados não aparecerem logo, continue em frente, procure identificar as disciplinas que possui maior dificuldade, refaça seu planejamento de estudos e continue estudando, muito.
Se você conseguir identificar de forma clara o cargo que deseja e as tentações que querem reduzir sua determinação, além das pessoas e fatores que o desestimulam a continuar sua maratona, parabéns! Você está no caminho certo. Em breve terá êxito nos concursos públicos e estará assumindo o cargo que tanto almeja. Bons estudos!


Daniel Fuman - servidor do TRT-RS e auxilia candidatos através do blog www.danielfuman.com