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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

UEG: Saiu edital para 500 vagas de 2º e 3º graus

Foi divulgado o edital do concurso para a Universidade Estadual de Goiás (UEG), que oferece 500 vagas imediatas, além de formação de cadastro reserva, para os cargos de assistente de gestão administrativa (253) e analista de gestão administrativa (247). Para analista é necessário nível superior em diversas áreas, com graduação em diversas áreas. Os selecionados para o cargos terão remuneração de R$3.080,97. Já para o cargo de assistente é preciso ter nível médio ou médio/técnico, de acordo com a área, com vencimento de R$1.848,59.
As inscrições podem ser realizadas de 31 de janeiro a 15 de fevereiro, no site da Fundação Universa, organizadora do concurso, mediante ao pagamento de taxa nos valores de R$80 e R$110, para os cargos de assistente e analista, respectivamente. Só poderão pedir isenção de taxa inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e membros de família de baixa renda. Para isso, é preciso ainda efetuar pré-inscrição no site. O período para realização do pedido é de 31 de dezembro a 15 de fevereiro, por meio de correio eletrônico, no qual deverão ser encaminhados todos os documentos necessários descritos no edital.
A seleção será realizada em duas etapas: prova objetiva e prova discursiva. Haverá ainda  avaliação de títulos, somente para o cargo de analista e avaliação de equipe multiprofissional, apenas para candidatos com deficiência. As provas objetivas e discursivas serão aplicadas na data provável de 12 de abril. Terão 40 questões acerca do conteúdo de Conhecimentos Gerais e Específicos. Já a prova discursiva consistirá da elaboração de um texto dissertativo, de no máximo 30 linhas, sobre o tema formulado pela banca examinadora. O conteúdo programático pode ser conferido no edital.

Anexos

TítuloDataTipo
23/12/2014PDF
FONTE: FOLHA DIRIGIDA

quarta-feira, 13 de março de 2013

Polícia Civil-GO: MP-GO quer que UEG seja afastada da organização de concursos


Na última sexta, dia 8, os promotores de Justiça Fernando Aurvalle Krebs e Sandra Mara Garbelini propuseram ação civil pública com pedido de liminar para que a Universidade Estadual de Goiás seja afastada da organização de sete concursos públicos do estado que estão em andamento (soldado e oficial/cadete da Polícia Militar; de escrivão, agente e delegado da Polícia Civil; de pesquisador do Instituto Mauro Borges, e de cargos técnicos e administrativos da Secretaria de Ciência e Tecnologia (Sectec)).
O pedido dos promotores é para que o afastamento da UEG seja determinado já para as provas designadas para este mês e o próximo. O calendário divulgado de aplicação das provas foi: 17 de março (agente da Polícia Civil), 7 de abril (soldado da PM), 14 de abril (Instituto Mauro Borges e oficiais e cadetes da PM), 21 de abril (delegado de polícia) e 28 de abril (Sectec).
Liminarmente, a ação requer ainda que o Estado de Goiás seja proibido de efetuar o pagamento à universidade da segunda e demais parcelas remanescentes relativas aos dois termos de cooperação firmados para a realização dos concursos (Termos de Cooperação nº 10/12 e 11/12). Em caso de descumprimento, foi pedida a fixação de multa diária, a ser imposta à UEG e ao Estado, de R$ 100 mil por dia.
Razões
Os promotores justificam o pedido de afastamento da UEG da organização dos concursos em razão da existência de sérios indícios de fraude na realização dos certames para provimento de cargos na Secretaria de Segurança Pública, suspeita esta que ainda está em apuração pelo Ministério Público. Eles lembram, contudo, que houve a constatação de que realmente as respostas das questões objetivas aplicadas nas provas seguiam uma sequência numérica e de letras, que tinham correspondência em todos os tipos de provas aplicadas.
“Com efeito, a forma como os gabaritos das provas dos concursos para delegado e escrivão foram gerados suscita sérias dúvidas quanto à idoneidade da realizadora do concurso (UEG)”, argumentam os integrantes do MP, observando que, caso a fraude venha a ser comprovada, isso acarretará a nulidade de todos os atos praticados, com sérios prejuízos não só aos candidatos, mas também à administração pública. Os promotores ponderam que, diante da quebra da confiança nos trabalhos desempenhados na UEG, não é razoável que se espere a aplicação de outra prova “que poderá ser anulada no futuro”.