Mostrando postagens com marcador apoio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador apoio. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Fatores que trazem o insucesso a concurseiros

Ser um concurseiro  nos dias de hoje é uma tarefa muito árdua porque pode levar anos a fio e a preparação psicológica é fundamental nesta fase, pois muitos desistem no meio do caminho e outros quando já estão bem perto da tão sonhada vaga. Sendo assim, vamos abordar nesta matéria o que mais tem feito os concurseiros caminharem para o insucesso.
Em primeiro momento temos de dizer que as redes sociais são as inimigas de todo concurseiro. Elas simplesmente engolem o tempo de estudos deles. Na grande maioria, é muito difícil dosar esse tempo, pois muitos começam a acessar vez ou outra, logo já estão acessando a cada hora e por fim, quando se dão conta já estão horas no bate papo ou olhando fofocas. Se pararmos para pensar, as redes sociais não fornecem a nós algo muito produtivo.
Em seguida, temos de enfatizar que o concurseiro que não sabe dizer “não” sofre muito, pois neste período é necessário que nos ausentemos de muitas coisas como festas, viagens, celular nos horários de estudo, parentes, entre outros. Contudo, é importante dizer que o celular tem de ficar no silencioso e só então, atender ligações nos horários dos intervalos. Caso opte por retornar a ligação, fale somente o que for útil e volte o mais rápido possível à matéria.
Quanto aos familiares, inclusive os mais próximos, em muitos casos eles não nos entendem. Neste caso, é bom que tenha um tempo diário para eles e que explique que em seguida precisa estudar. Certamente, se você tirar esse tempinho eles vão entender que você precisa pegar firme nos estudos, pois será para o seu bem. Quando temos o apoio deles tudo fica mais fácil, porém, se não o temos, é necessário que continuemos com os estudos também. Temos de aprender a vencer com ou sem o apoio das pessoas. Quem mais tem de acreditar em nós, somos nós mesmos.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

MTE: 1.858 vagas para a área de apoio, já em análise no Planejamento


O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) pediu a realização de dois concursos públicos, que totalizam a oferta de 2.487 vagas, sendo 1.858 para área de apoio e 629 para a de fiscalização (auditor-fiscal do trabalho). As oportunidades contemplam cargos dos níveis médio e superior, com vencimentos de R$2.460,42 a R$13.904. O destaque do pedido de concurso para área de apoio é o cargo de agente administrativo. Só para essa função, o MTE solicitou a 1.600 vagas. A escolaridade exigida para a carreira é o ensino médio e os vencimentos iniciais são de R$2.460,42, sendo R$1.568,42 de salário-base, R$588 Gratificação de Desempenho da Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho (GDPST) e R$304 de auxílio-alimentação.
As outras 258 oportunidades pedidas para área de apoio são para graduados, com rendimentos de R$3.529,42, dos quais R$1.990,22 referente ao salário-base, R$1.235,20 à Gratificação de Desempenho da Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho (GDPST) e R$304 ao auxílio-alimentação. Nesse nível de escolaridade, o destaque é o cargo de técnico em assuntos educacionais, para o qual foram requeridas 64 oportunidades. O requisito é curso superior em Pedagogia ou licenciaturas. Para os cargos de administrador, assistente social e contador, o MTE também pediu uma grande quantidade de vagas. O órgão quer mais 60 profissionais para cada uma dessas funções, que requerem formação na respectiva área de atuação. As outras 14 vagas requisitadas são para bibliotecário (3), economista (3), sociólogo (1) e técnico em Comunicação Social (7).Em 2008, o MTE realizou concurso para área de apoio com oferta de 1.822 vagas, sendo 1.628 para agente administrativo e as demais para administrador e economista. Sob organização do Cespe/UnB, o processo seletivo foi composto por 120 questões, sendo 30 de Conhecimentos Básicos, 30 de Complementares e 60 de Específicos, em que o participante teve que julgar cada pergunta como certo ou errada. Para ser aprovado, foi preciso obter no mínimo seis pontos em Conhecimentos Básicos, sete em Complementares, 18 em Específicos e 36 no total da prova. A nota final correspondeu ao somatório das notas obtidas em cada avaliação.
Essa seleção reuniu 329.454 inscritos e estará em vigor até 23 de março de 2013. O MTE já convocou em torno de 2.122 aprovados, sendo cerca de 1.930 somente para o cargo de agente administrativo. Novas nomeações ainda poderão ser feitas conforme a necessidade de órgão e a autorização do Planejamento até o término da validade do concurso. Confira a distribuição das 1.858 vagas por cargos: agente administrativo (1.600), administrador (60), assistente social (60), bibliotecário (três), contador (60), sociólogo (uma), técnico em assuntos educacionais (64), técnico em Comunicação Social (sete), economista (três).

Serão 629 vagas para auditor fiscal
Na área de fiscalização, o MTE pediu 629 vagas para auditor fiscal do trabalho. O cargo requer o nível superior (independentemente da área de formação) e proporciona vencimentos iniciais de R$13.904, sendo R$304 referente ao auxílio-alimentação. Os auditores fiscais são responsáveis pela fiscalização do cumprimento de disposições legais e regulamentares, inclusive as relacionadas à segurança e à medicina do trabalho, no âmbito das relações de trabalho e de emprego. Atualmente, o MTE conta com apenas 3 mil profissionais nessa carreira, que fiscalizam 7 milhões de empresas e 44 milhões de empregados. Por conta dessa situação, o órgão sentiu a necessidade de reestruturar a sua força de trabalho.
Segundo estudo concluído pelo Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas (Ipea), em parceria com o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), o Brasil precisa contratar de 5.273 e 5.798 fiscais até 2016. Ao receber o relatório final da pesquisa, o ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, disse que iria fazer uso do documento para negociar a realização do concurso com o governo federal. Há mais de três meses, o pedido de concurso do MTE encontra-se sob análise do Departamento de Planejamento das Estruturas e da Força de Trabalho.