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segunda-feira, 27 de julho de 2015

IBGE: concurso com 600 vagas é autorizado pelo MPOG

Os concursandos que aguardavam por um posicionamento do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) sobre o concurso do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) já podem comemorar. Saiu no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, dia 27 de julho, por meio da portaria n. 302, que o IBGE foi autorizado a realizar um concurso público com 600 vagas de níveis médio e superior.
As oportunidades foram distribuídas do seguinte modo: serão 460 ofertas para técnico em informações geográficas e estatística; 90 para analista de planejamento, gestão e infra-estrutura em informações geográficas e estatística; e 50 para tecnologista em informações geográficas e estatística.
Conforme já vinha sendo noticiado pelo JC, o pedido de concurso do IBGE estava avançando a passos largos dentro do MPOG, indicando que o aval seria concedido em pouco tempo. A expectativa era de que a autorização fosse para 660 vagas, 60 oportunidades a mais do que a quantidade de fato aprovada.
Quanto a divulgação do edital de abertura das inscrições, a portaria n. 302 publicada no DOU estabelece que o IBGE tem até seis meses, ou seja, até o dia 24 de janeiro de 2016, para lançar o documento. Entretanto, a publicação do Diário Oficial também diz que o provimento dos cargos deverá acontecer a partir de dezembro de 2015. Sendo assim, os candidatos podem esperar por novidades sobre o concurso ainda este ano. 

Os cargos do concurso do IBGE
Ensino médio concluído em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) é requisito para concorrer ao emprego de técnico do IBGE. A remuneração inicial para esta função parte de R$ 3.471,85 e chega a R$ 5.011,01 com a Gratificação por Qualificação (GQ) no nível máximo e o auxílio alimentação.
As profissões de analista e tecnologista são destinadas aos candidatos com formação superior em qualquer área de atuação. O salário vigente para ambos os postos corresponde a R$ 7.373,49, podendo alcançar o valor de R$ 9.107,88 com a Retribuição por Titulação (RT) no nível de Doutor e o benefício de refeição inclusos.
Servidores do IBGE também recebem, como benefícios, além do auxílio-alimentação de R$ 373, auxílio-transporte e assistência à saúde (médica e odontológica), que é opcional e pode ser usufruída por funcionário e seus dependentes.

Sobre a solicitação do concurso
Em agosto de 2014 o IBGE enviou ao Ministério do Planejamento um pedido para abertura de concurso com 1.564 oportunidades no órgão. Porém, o Instituto afirmou em uma reunião com a ASSIBGE-SN (sindicato nacional do órgão) que pretende abrir apenas 660 vagas – 904 a menos do que o esperado, sendo 440 voltadas para o posto de técnico, que exige nível médio, e 220 para profissionais graduados, nas funções de analista ou tecnologista.
Quanto aos locais de trabalho, as vagas seriam lotadas nas agências do instituto no interior do País e nas sedes estaduais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
A redução das ofertas foi considerada "decepcionante" pela ASSIBGE-SN. "Existia uma previsão inicial de abertura de cerca de 1.500 vagas, que ainda assim seriam insuficientes para suprir a defasagem de profissionais do IBGE", afirmou Matheus Canário, representante do sindicato.

Defasagem no IBGE
De acordo com a assessoria do IBGE, há uma grande defasagem de pessoal no instituto. As aposentadorias concedidas nos últimos anos fizeram com que, agora, o IBGE enfrente uma falta de pessoal.  A informação é também confirmada pelo sindicato. "Temos hoje vários 
servidores sobrecarregados de trabalho, já que o IBGE faz concursos esporádicos e com vagas insuficientes para repor o quadro", acrescenta Canário.
Com 578 agências espalhadas pelos principais municípios brasileiros, o IBGE possui aproximadamente 5.760 funcionários efetivos, segundo levantamento de março de 2014. O problema é que, de acordo com Susana Drumond, executiva nacional da ASSIBGE-SN, o atual quadro de pessoal diminuirá drasticamente nos próximos anos, pois quase 70% dos servidores têm mais de 26 anos de tempo de serviço. 

Para os cargos com exigência de ensino médio, a situação é ainda mais crítica, já que o índice de funcionários efetivos com mais de 26 anos de serviço chega a 82%. 

segunda-feira, 31 de março de 2014

Dicas para Passar em Concursos Públicos

Quem quer ser um servidor público, precisa escolher uma área a seguir e focar somente nela. Em seguida, criar uma rotina, estudar antes de o edital ser publicado e fazer o mais importante, estudar. Cabe lembrar que não existe número certo de horas para estudar, tudo depende da sua rotina e de suas obrigações.
Para que o conhecimento seja sedimentado é necessário que se estude além das aulas. O candidato deve começar com poucas horas e aumentar o seu tempo progressivamente. Entretanto,  reserve um dia da semana apenas para o descanso e lazer. A cada uma hora e meia ou duas horas, reserve 15 minutos para o intervalo e dê uma esticada no corpo. Tenha um horário fixo para começar e outro para terminar o estudo. Antes de iniciar, diga as pessoas próximas que não o interrompam, pois é um horário muito importante para você.
Durma no mínimo 6 horas por noite e não se abstenha disso, porque é o momento que o cérebro tem para memorizar os conteúdos. Beba 2 litros de água diariamente para que o seu cérebro tenha um melhor funcionamento. A cada 3 horas reponha as energias e coma alguma coisa. Procure se exercitar no mínimo 3 vezes por semana, escolha uma atividade que goste e comece já. A atividade física oxigena o cérebro, produz neurotransmissores e reduz o estresse.
Se não for possível estudar em casa, opte por ir a uma biblioteca. Elas costumam ser bem silenciosas e confortáveis, além de te permitir fazer amizades com outros concursandos. Durante a preparação procure ajuda de um cursinho, isso facilita o entendimento das matérias e acelera a aprovação.
As aulas online economizam tempo e dinheiro de deslocamento. Entretanto, se você não consegue se disciplinar em casa, não abra mão de estudar no cursinho presencial. Por fim, tome bastante cuidado com as redes sociais que engolem o tempo de estudo do aluno e adiam sua aprovação.