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sábado, 16 de janeiro de 2016

CONVITE PARA PALESTRA GRATUITA E ONLINE DO DR. WILLIAM DOUGLAS - DOMINGO 17/01/2016:

DOMINGO 17/01/2016

O BLOG CONCURSEIRO GUERREIRO convida todos seus seguidores para acompanhar a PALESTRA GRATUITA E ONLINE do DR. WILLIAM DOUGLAS - via Periscope (@site_WD) ou em Niterói, presencial:







Obs: Quem comentar no Facebook após assistir concorrerá a livros autografados:

AVANTE GUERREIROS!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

QUAIS SÃO OS SETE PECADOS CAPITAIS QUE O CONCURSEIRO NÃO DEVE COMETER?


Os pecados capitais levam os homens à condenação já os pecados dos concursos, levam à reprovação, desânimo e desistência. Portanto, é importante comentar quais são os pecados dos concurseiros. Mas antes, vamos lembrar quais são os pecados capitais.
Os pecados capitais são os seguintes: gula, soberba, inveja, preguiça, ira, luxúria, avareza. Vamos vê-los agora em sua manifestação concurseira: 

A gula é a pressa de passar. Como sempre digo: concurso se faz não para passar, mas até passar. Assim, esqueça a pressa e comece a estudar com regularidade, planejamento e antecedência. Os concursos estão vindo aos montes, e continuarão assim. A aprovação é resultado de um processo longo, mas é algo que você – se trabalhar direito – pode contar.

A soberba é a arrogância, o achar que já se é o “Sabe-Tudo”, o “rei da cocada preta”. Muitos candidatos inteligentes e bem formados são vítimas da soberba, ao passo que os menos capazes, mas esforçados, chegam lá, assim como na história da corrida da lebre com a tartaruga. A humildade nas aulas, no estudo, nas provas, em todo o processo, enfim, é o caminho para a glória.

A preguiça. Nem é preciso escrever nada. A palavra é autoexplicativa. Mas deixe-me dizer uma coisa: eu sou meio preguiçoso. Só que sempre fazia o que devia ser feito, quando, me imaginava desempregado e sem grana, caso deixasse a preguiça me dominar.

A inveja acontece quando o concurseiro fica vigiando a vida, as notas e as coisas boas que os outros possuem ao invés de ir resolver a própria vida. É impressionante como as pessoas pecam ao se compararem com os outros e dedicarem-se à reclamação e à autocomiseração em vez de estudarem e treinarem.

A ira representa deixar-se estourar, ou desanimar, pela enorme quantidade de fatos que têm justificadamente esse condão: cansaço, carteiras duras (do curso e a sua), dificuldades com a família, com a matéria, os absurdos ou fraudes em concursos, taxas de inscrição abusivas etc. haja paciência! (Ops! Estamos falando de pecados e não de virtudes...). Nessas horas, não adianta irar-se. O jeito é ir estudar, pois um dia a gente passa, apesar de tudo.

A luxúria é talvez o maior pecado. Veja nela o lazer exagerado, as viagens, passeios baladas e tudo o mais que é delicioso, um luxo, e que nos tira tempo para estudar e trinar. Pois bem, equilibrar estudo e lazer, administrar bem o tempo e saber estabelecer as prioridades é essencial para chegar ao reino dos céus, digo, da nomeação.

A avareza tem duas manifestações. A primeira, do candidato, quando economiza nos investimentos necessários para ser aprovado. Vale a pena escolher os melhores livros, cursos e gastos, que incluem até mesmo os exames de saúde para estar bem e enfrentar a maratona dos concursos. A segunda avareza, a pior delas, ocorre quando o cidadão passa e deixa de utilizar o cargo e os poderes e competências dele para o bem da coletividade. Não sejamos avaros com o país, nem com o povo que o (e nos) sustenta. Ao passar, para não ser blasfemo, herege ou apóstata, é preciso devolver ao povo o quanto nós custamos. Isso pode ser feito com trabalho, eficiência, simpatia, honestidade e entusiasmo. Cumprir o dever, e se puder, um pouco mais.

Pois é, que Deus nos livre dos pecados capitais e do concurso. E que façamos nossa parte, dando nossa parcela de fé e sacrifício, para chegarmos à Terra Prometida, ao Paraíso, com méritos dos santos. “Santo”, por sinal, significa, etimologicamente, “separado”. Gente que passa em concurso é assim: meio diferente da média, mais dedicada, mais focada. Isso é santidade.

No fim, os votos de que alcancemos os frutos do Espírito, que, na Bíblia (Gálatas 5:22), se opõem aos pecados capitais: amor, alegria, paz, paciência, delicadeza, bondade, fidelidade, humildade e domínio próprio. E, claro, passar em concursos.


William Douglas é juiz federal, professor universitário, palestrante e autor de mais de 30 obras, dentre elas o best-seller “Como passar em provas e concursos” – www.williamdouglas.com.br.

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

BAMBUS, PEDRAS E A FILA


A ideia de estabelecer prazo para passar, seja em anos ou em número de concursos ou tentativas é equivocada. Uma boa demonstração disto é observar a natureza. O bambu chinês, depois de plantado, passa cinco anos sem crescer nada para cima do solo. No sexto ano, chega à impressionante altura de 24 metros. Pela lógica humana, deveria crescer 4 metros por ano. Mas a natureza tem sua lógica. 
Da mesma forma, quem está batendo com um martelo em uma pedra pode dar 20 marteladas e não ver nenhum efeito. De repente, a 21ª martelada esmigalha a pedra. Qual foi a martelada que funcionou? A 21ª? Não! A resposta certa é “O conjunto das 21 marteladas”.
Você não pode desanimar, achando que os resultados não estão aparecendo. Seu cérebro e sua aprendizagem funcionam pelas regras da natureza. Os resultados só aparecem depois de um tempo. Você vai precisar ficar martelando, mesmo sem ver resultados, até que – aparentemente de repente – as coisas vão acontecer.
Uma coisa é esperar pelos resultados. Isto acontece quando você está estudando regularmente e com qualidade, organização e concentração. Outra coisa é o que acontece quando você estuda sem cuidado: os resultados nunca vão aparecer.
O que fazer, então? A resposta é simples.
Esteja atento ao seu sistema de estudo, fazendo progressos em suas técnicas e avaliando seus resultados (sem pressa). O tempo vai mostrar o que está funcionando e o que precisa ser melhorado.
Como diz o Professor Fábio Gonçalves, quando você começa a estudar para concursos, você entra na fila. Para ficar bem na fila é preciso aprender a estudar, estudar, fazer questões, simulados, persistir... Enfim, ir criando “calo” de concursando. Nos próximos concursos que aparecerem a partir de hoje, dia em que você está lendo esse artigo, irão passar primeiro aqueles que estão há mais tempo na fila, aqueles que já estão pagando o preço do sucesso há mais tempo. Quem está “escolado” é quem vai passar agora. Esses caras, superpreparados, que já estão estudando e treinando há um bom tempo, é que vão passar. Se você é um deles, parabéns. Se você ainda não é, temos uma boa notícia: os mais bem preparados vão passar e sair da fila. Em seguida na fila virão os próximos, aqueles que entraram nela um pouco depois. Se você é um deles, parabéns; se você ainda não é um deles, temos uma boa notícia: esses próximos vão passar daqui a pouco e sair da fila.
Entendeu? Você não tem que se preocupar com os concorrentes, mas apenas em ficar na fila, pois essa fila anda! Existem milhares de concursos e em todos eles os melhores estão sendo aprovados e chamados. Se você ainda não está nessa lista é porque ainda não pagou o preço devido. Pague-o e você terá seu cargo.
Aqui vão algumas dicas:
Fique na fila. Enquanto você estiver seguindo as técnicas de organização e planejamento, estudando e treinando, e fazendo provas, você estará na fila. Se você desanimar e parar de estudar você sai da fila. Assim, não saia da fila. Mesmo que tenha que reduzir o ritmo vez ou outra (doença, problemas etc.), procure estar sempre fazendo sua parte: ficar na fila.
Acelere o passo. Quanto melhor você realizar as atividades básicas de planejamento, estudo e treino, mais rápido você anda na fila, ou seja, você acelera seu passo.
Acalme-se. Existem milhares de vagas. Todos os anos muitos servidores se aposentam, todos os anos as leis criam novos cargos. Todos os anos ocorrem inúmeros concursos e os que já estão mais preparados saem da fila diretamente para o serviço público. Faça sua parte, mas com calma e tranqüilidade. Sua hora vai chegar.


William Douglas é juiz federal, professor universitário, palestrante e autor de mais de 30 obras, dentre elas o best-seller “Como passar em provas e concursos” – www.williamdouglas.com.br.

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quarta-feira, 30 de maio de 2012

CASO ENCERRADO – PARTE II


Se você não leu o artigo (Caso Encerrado I) do dia 14 de maio, leia, pois a de hoje é sua continuação e fechamento. O tema é sobre a utilidade de se dar um “caso” por “encerrado”. 
Vamos começar pelos casos pessoais: Separações, prejuízos, falências, traições, doença e morte são fatos corriqueiros da vida. Por mais dolorosos que seja, e são, seria imaturidade esperar que passaríamos pela vida sem sermos alcançados por esses acontecimentos. Eles simplesmente fazem parte da vida. Todo mundo passa por isso.
É preciso se lembrar que o melhor conceito de felicidade lembra que ela não decorre das circunstâncias, mas da nossa atitude diante das circunstâncias. Se você passou por situações como essa, lamento, mas... bem-vindo ao planeta, à realidade.
Fui traído muitas vezes, quebrei negócios por culpa minha, por culpa de sócios, por culpa do governo, minha mãe morreu de câncer, não realizei muitos de meus sonhos... é, eu também coleciono revezes. E você? Mas sei que ficar parado se lamentando não adianta, é preciso, como se diz, “levantar, sacudir a poeira e seguir em frente”. Em resumo, amigo, não adianta ficar se lamentando ou “chorando sobre o leite derramado”.
No caso das provas, todos os exemplos dados na semana passada fazem parte do chamado “sistema do concurso público”. Por mais que a Administração Pública, o MP, O Judiciário, a Imprensa, a sociedade procure melhorar o sistema, sempre haverá falhas. A solução sempre é continuar estudando, fazendo as provas, se aperfeiçoando e seguindo em frente. Sempre haverá vaga para quem faz isso, para quem “fica na fila”, para quem faz sua parte.
Em meu livro “A Arte da Guerra para Provas e Concursos” digo que “o único concurso onde você não pode ser reprovado é o último que você for fazer”, em um dos meus mantras reforço ainda que “concurso não se faz para passar, mas até passar”, e que “a dor é temporária, mas o cargo é para sempre”.
No caso dos concursos adiados, por exemplo, serão beneficiados os que, não se deixando desestimular, continuarem estudando com seriedade e regularidade. Quando o concurso chegar eles serão os que estarão mais bem preparados, lá na frente da “fila”.
As reprovações e até mesmo algumas injustiças fazem parte do percurso dos concursos públicos. A aprovação, nomeação e posse para quem for até o fim, idem. O que se deve fazer no caso de uma decepção – uma eventual reprovação ou uma classificação ruim – é encerrar este capítulo e continuar os estudos. Da prova passada leve apenas a experiência para a próxima! Deixe de lado a frustração e o desânimo.
Não desperdice energia emocional, psíquica, com o que já passou e não volta mais. Para sua vida melhorar, junte o que tem hoje (no agora, não no ontem) e vá em direção ao futuro.
Aprenda com o passado, seja grato por ele e também pelo que tem hoje. Todas as perdas e dificuldades são grandes professores que podem ensinar como agir melhor no futuro.
A vida “é como um vapor que aparece por um pouco e logo desaparece”. Por isso mesmo, crie um carimbo mental de “caso encerrado” para usar quando for necessário. Eu não sei onde você precisa bater esse carimbo... mas você sabe.
Encerre alguns “casos” para ter tempo e energia para cuidar da sua vida e do seu futuro.
Vou citar mais um pouco do livro:

“ ‘Agora, há uma coisa engraçada com essa idéia de encerrar o caso. Quando você está em um tribunal e em algum momento o juiz diz ‘caso encerrado’, isso não significa que o caso deixa de existir. Ainda existirá um registro dele nos livros. Mas o que irá acontecer é que não continuaremos tratando desse caso especificamente. Encerrado não significa que todas as partes envolvidas concordem com a resolução. Tampouco significa que não ocorreu um crime.’ Quando o juiz encerra o caso, é porque não haverá mais processo a partir desse ponto. ‘Acabou’, insistiu ela.
Queremos construir visando ao sucesso ou persistir no conflito? Em qual dessas escolhas as pessoas extraordinariamente bem-sucedidas investem no longo prazo? Será que elas passam seus dias comprometidas a criar conflitos feitos para durar, ou um sucesso feito para durar? Quando nos dispomos a deixar algo para trás, o ciclo é quebrado e ganhamos a liberdade. Caso encerrado.
‘O que isso exige, na maior parte das vezes, é que deixemos para lá a história do que aconteceu e nossa ligação com ela. De fato, quando deixamos tudo para rãs, partimos livres para o futuro. Compreendemos que somos maiores do que aquilo que nos aconteceu’, sustenta a reverenda.”

Se você tiver alguma situação na qual essa conversa for aplicável ou útil, por favor escreva para mim. Não publico historias de ninguém sem autorização, não se preocupe. Quem quiser compartilhar suas experiências, avise; quem não quiser, eu manterei sigilo, lerei o que for escrito e estarei orando para que Deus te abençoe. Utilize o meu site ou minha comunidade no Orkut, ok?
Em conclusão, ao criar o carimbo mental do “caso encerrado” e utilizá-lo, você estará se ajudando. Como aponto em meu livro “Como Passar em Provas e Concursos”, você deve aproveitar seu aliados, afinal, ninguém vence sozinho. E o seu principal aliado é você mesmo! Conhecer-se é fundamental para adequar-se à rotina de estudos. Muitas vezes, será preciso abrir mão de festas, hábitos e excesso de contato com amigos, o que também pode ser uma hipótese de “dar casos por encerrado”. Tenha um limite saudável para o lazer e o que passar disso é ... “caso encerrado”.
Se quiser, converse abertamente com seu cônjuge e/ou sua família sobre seus planos, sobre como o apoio deles pode ser importante para você. Além disso, encerre alguns assuntos e toque a vida para frente.
O budismo cita o princípio do vácuo, onde é preciso criar espaço para que coisas novas surjam. Para isso, é preciso jogar fora aquilo que é “velho”. A Bíblia também usa uma metáfora, a das roupas: “quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano; E vos renoveis no espírito da vossa mente; E vos revistais do novo homem (...)” (Efésios 4:22-24). Jesus chegou a dizer que não se coloca vinho novo em odres velhos. Um novo tempo precisa de um novo espaço, roupa, acondicionamento, atitude.
Sugiro, portanto, como fiz semana passada, que você crie espaço para as coisas novas, que se liberte do passado e comece a apreciar melhor o presente e a semear melhor o futuro. O carimbo de “caso encerrado” não deve tirar o “caso encerrado” do seu arquivo de vida e de aprendizado, mas pelo menos o tira da mesa de trabalho. É como uma carga que você deixa de levar sobre seus ombros.

Limpe a “mesa”, fique mais leve e boa sorte, sempre.
Com abraço,
William Douglas


*William Douglas é juiz federal, professor universitário, palestrante e autor de mais de 30 obras, dentre elas o best-seller “Como passar em provas e concursos” – www.williamdouglas.com.br.

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