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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Mapas mentais são boas táticas de estudos para Concursos Públicos

Quem estuda para concursos públicos sabe que existem milhares de técnicas de estudos. Porém, umas são mais benéficas que outras e é bom atentar-se a isso, pois uma técnica melhor nos faz reter o conhecimento de forma mais rápida.
Os mapas mentais  são utilizados por muitos concurseiros e estudos comprovam que eles são considerados um método de estudo bastante eficaz. Todavia, eles têm de ser revisados frequentemente para que o nível de rendimento não caia. Haverá uma época em que de tanto revisar através dos mapas mentais, o cérebro já terá decorado o que aprendeu e assim, não será mais necessário continuar revendo. Insta salientar que isso leva tempo e que com bastante força de vontade e dedicação haverá um tempo em que aquilo já será retido automaticamente pelo cérebro.
Se, portanto, você estiver em uma fase inicial dos estudos e está começando a preparar os mapas mentais, tenha em mente que utilizar canetas coloridas para fazê-lo ajuda muito e deixa o cérebro em estado de alerta ao revisar. O ser humano tem uma tendência a fixar o que é mais colorido.
Os mapas mentais só devem ser montados após um período básico de estudos. Não é possível fazer um mapa mental após uma única leitura ou um curto espaço de tempo com a matéria, pois ele é feito das ideias principais da matéria estudada. Vale lembrar que quando nos referimos a ideias principais estamos falando de um estudo sintético. É bom que coloque no papel apenas o que for principal mesmo e não ideias secundárias que tornam o texto mais longo e extenso, acabando por transcrever quase toda a matéria estudada.
Não precisamos de um mapa mental perfeccionista, o qual seja feito com letras perfeitas, imagens que parecem até terem sido desenhadas por um profissional da área. O que mais importa é que você o faça com organização e entenda-o a cada vez que fizer a revisão.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

SER CONCURSEIRO É...

Existem diversas definições para explicar o que é ser “concurseiro”. Alguns costumam dizer que concurseiro é alguém que estuda exclusivamente para concursos públicos, como se fosse realmente uma profissão, independentemente de ter um trabalho ou não, desde que ocupe a maior parte do seu valioso tempo se preparando para os diversos certames. Outra corrente, eu diria, mais tradicional ou de um nível mais “refinado”, adota o termo “concursando” que seria uma espécie de pré-concursado, algo mais “estiloso”. 
Entretanto, pouco importa o termo utilizado para definir alguém que estuda ou pretende estudar para concurso público, o que realmente tem importância mesmo é pensar e agir como tal, sem rótulos, etiqueta, simplesmente encanar o ser “estudante” e fazer o que tem que ser feito. 
Conheci pessoas que estudaram para concursos, foram muito bem classificadas, tomaram posse nos cargos dos seus sonhos e nem sabem o que é isso, que nome estranho é esse. Essas pessoas não eram desinformadas e tampouco ignorantes, apenas não sentiram necessidade alguma de buscar uma autodefinição para o que faziam naquele momento. Apenas eram estudantes comuns e com um único propósito: estudar e serem aprovados em um concurso público.
Em minha opinião, existem apenas dois tipos de definições para aquelas pessoas que se envolvem com concursos públicos:
Concurseiro - é aquele que se propõe a estudar para prestar provas de concursos públicos, de forma séria, objetiva, com disciplina, organização e foco definido em uma área. Estuda antes do edital, sempre buscando: métodos e técnicas, bons livros, cursos preparatórios, estudo em grupo, aproveita qualquer tempo disponível para colocar a matéria em dia, não vive reclamando da falta de apoio, pois é suficientemente capaz para lutar e conseguir seus próprios recursos. 
Curioso - é aquele que faz tudo: se inscreve em cursinhos somente quando o edital é publicado, estuda “exclusivamente” por apostilas, fica esperando a segunda-feira, o inicio do ano novo, ou aquela hora “cheia” para começar a estudar, se inscreve, conta para todo mundo que vai fazer o concurso, mas desiste no dia da prova, fica contando com a sorte para ser aprovado, passa o tempo todo arrumando desculpas esfarrapadas para não estudar, tem medo da concorrência, passa a maior parte do tempo nas redes sociais, perguntado as mesmas coisas, não consegue motivação porque não sabe o que realmente quer. Como perceberam, o “curioso” faz tudo mesmo, menos se dedicar a estudar com seriedade.
Se você se enquadra na definição do tipo “concurseiro”, meus parabéns! Siga em frente e não mude, mesmo depois de aprovado, continue agindo dessa forma, essa postura vai lhe ajudar por toda a vida. Porém, se você se encaixou perfeitamente com o tipo “curioso”, calma! Nem tudo está perdido, é perfeitamente possível mudar a partir de hoje para uma atitude mais positiva e verdadeira, sem enrolação. E lembre-se: ninguém precisa de título, denominação, nomenclatura, apelido, código, para estudar e passar em provas de concursos, basta simplesmente Querer (ser aprovado) e Fazer (estudar).

"Ser Concurseiro é... aquele que chora, sente dor, fica nervoso, alegre, vibra, se apaixona pelas matérias mais difíceis, ajuda os colegas, divide material, é guerreiro, é persistente diante dos desafios. Enfim, ser concurseiro é acreditar em si mesmo e jamais desistir dos seus sonhos." [Fontenele]


Fontenele é Analista de Redes Sociais, Colunista do Blog Concurseiro Solitário, Concurseiro e coautor do Livro – “100 Respostas do Concurseiro Solitário”.



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